Um dos principais desafios ambientais da atualidade é, sem dúvida, a grande quantidade de resíduos gerados pela população. Em paralelo a isso, existe um problema grave, que é a falta de reaproveitamento dos produtos descartados. Dados divulgados pela Abrelpe, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, demonstram que a quantidade de lixo produzido no Brasil bate recordes anuais sucessivamente.

Para se ter uma ideia, de acordo com o último Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, documento divulgado pela Abrelpe, em 2017 a geração total de resíduos sólidos urbanos no Brasil foi de 78,4 milhões de toneladas. Esse valor representa um crescimento de 1% em relação ao ano anterior (2016), passando de 212.753 toneladas por dia para 214.868 t/dia.

Nesse contexto, é fundamental explorar medidas que auxiliem a melhora do quadro ambiental brasileiro, como a reciclagem. Assim, apresentaremos neste post o que é a reciclagem, qual é a sua origem e importância, como é o panorama no Brasil e como reciclar os principais produtos descartados no país, bem como outras informações interessantes. Continue lendo e confira!

O que é reciclagem?

Basicamente, reciclagem é o termo utilizado para o ato de reaproveitamento de materiais para a confecção de um novo produto. O conceito de reciclar serve para itens feitos de elementos que podem retornar ao seu estado original, ou seja, serem transformados novamente em um produto com todas as características do objeto anterior. Para tanto, o resíduo que seria descartado é transformado, por meio de mudanças em seus estados físico, físico-químico ou biológico, para que se torne novamente matéria-prima ou produto.

Sendo assim, podemos dizer que reciclar é diferente de reutilizar. Isso porque a reutilização, ou reaproveitamento, consiste na transformação de um certo produto já utilizado em outro. O reaproveitamento do papel é um bom exemplo para exemplificar esse conceito. Afinal, o papel popularmente chamado de reciclado não se assemelha com o produto que foi manuseado pela primeira vez, não é mesmo?

O novo papel tem outra cor (bege ou amarronzado, em vez de branco), uma textura mais grossa e a sua gramatura também é diferente. Isso acontece porque não é possível retornar o papel ao estado original em todas as suas características. Nesse caso, o papel descartado foi transformado em uma massa e, ao final do processo, é criado um material diferente. A boa notícia é que, apesar disso, a função do produto é a mesma.

Muitos materiais podem ser reciclados, e os exemplos do dia a dia são os produtos plásticos, feitos de alumínio e de metais ferrosos, além do papel, do papelão e dos vidros.

No entanto, existem materiais que não são recicláveis, e o seu destino deve ser diferente, como pontos de coleta específicos ou o lixo comum (para o caso dos materiais que não possuem elementos tóxicos ou contaminantes na sua composição). Entre os eles, podemos citar:

  • cerâmicas;
  • acrílicos;
  • vidros do tipo pirex e similares;
  • espelhos;
  • pilhas e baterias em geral;
  • fitas e etiquetas adesivas;
  • fotografias;
  • papéis molhados ou sujos de gordura;
  • papéis plastificados, parafinados ou metalizados;
  • lâmpadas fluorescentes.

Qual é a origem da reciclagem?

Desde que a humanidade surgiu, o lixo passou a ser produzido. Sabe-se, com base em estudos arqueológicos, que os povos pré-históricos já queimavam lixo e depositavam ossos e cinzas em locais pré-determinados, por exemplo.

No entanto, à medida que a civilização foi se desenvolvendo, a quantidade de resíduos produzida também aumentou. Afinal, há algumas gerações a indústria dava os seus primeiros passos e, nos primórdios, não eram produzidos tantos produtos industrializados e com embalagens como acontece hoje.

É interessante salientar que os sistemas de esgoto, medida sanitária importante para a saúde pública, já são descritos em civilizações antigas, como os hindus, segundo estudo da UERJ, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Já os israelitas tinham normas rígidas sobre como descartar os excrementos, os restos de animais e de outros alimentos, assim como os demais rejeitos produzidos nas comunidades.

Na Idade Média, algumas cidades na Itália também tinham regras que proibiam o descarte de lixo e fezes na rua, e outras que explicitavam onde deveria ser feita a destinação de carcaças de animais e outros resíduos. Foi nessa época que surgiram as primeiras evidências da coleta de lixo, que era inicialmente feita de forma particular. Depois disso, o serviço público assumiu a tarefa, designando carrascos para recolher os detritos da população.

Avançando um pouco na história, em 1940 a humanidade vivenciou um dos piores conflitos da era contemporânea: a Segunda Guerra Mundial. Os governantes de países envolvidos na guerra, inclusive o Brasil, criaram campanhas para incentivar os cidadãos a doar para o exército todos os materiais que poderiam ser reutilizados na guerra, como alumínio, pneus, jornais, panelas e outros itens. Durante essa época, foi feito um grande estímulo em favor da reutilização, o que era bastante comum na cultura do século 20.

Isso porque a cultura do consumo em massa que vemos atualmente ainda estava apenas começando, e os bens que hoje podem ser adquiridos com facilidade ainda eram raros. De fato, antigamente, também jogava-se pouca coisa fora. As pessoas compravam insumos alimentícios à granel, o que demandava menos embalagem e a possibilidade de comprar apenas o que será consumido, os restos das refeições eram reaproveitados e brinquedos eram fabricados com diversos materiais, como sobras de madeira e de pano. Além disso, investir no conserto de objetos era vantajoso, já que eles eram projetados para durar a vida inteira.

No pós-guerra, todo esse cenário foi modificado, devido ao desenvolvimento econômico e ao surgimento de novas tecnologias. Na década de 1950, o PIB de vários países cresceu, assim como a produção de bens de consumo, de veículos, eletrodomésticos, construções e de outros produtos. Dessa forma, a população tinha acesso a materiais cada vez mais diversificados, e mais lixo era produzido.

Isso porque, para a maioria da população, não fazia sentido reutilizar se a maior parte dos produtos poderia ser facilmente reposta com preços acessíveis. Dessa forma, quando não eram mais necessários, vários itens eram simplesmente descartados e substituídos. Guardar artigos “antigos” ou reutilizá-los tornou-se um hábito antiquado.

Essa nova cultura de bens “descartáveis” criou inúmeros problemas para o meio ambiente, o que ficou evidente na década de 1970. Afinal, a questão do lixo mudara drasticamente, visto que não girava em torno apenas do descarte de materiais orgânicos. Os resíduos passaram a ter características diversas: podiam ser eletrônicos, industriais, radioativos, químicos e outros, tornou a questão do descarte adequado desafiadora. Além disso, o tempo de degradação desses produtos era totalmente diferente dos orgânicos – alguns até com um período incalculável ou mesmo não se decompondo, como os metais pesados utilizados em computadores e baterias de carros.

Diante disso, o movimento ambientalista ganhou força e surgiu a necessidade de pensar em alternativas para o descarte do lixo, que não fosse simplesmente estocá-lo em lixões e aterros sanitários ou descartá-lo sem qualquer cuidado no meio ambiente e nas cidades. Assim, a ideia de reciclar materiais nasceu como uma medida sensata.

Qual é a importância da reciclagem?

Como visto, a reciclagem surgiu como uma forma de diminuir a quantidade de lixo gerada pela sociedade e uma medida para conter os impactos do consumo excessivo, e apresenta diversos benefícios. Confira os principais abaixo.

Redução da poluição e de uso dos recursos naturais

Devido à reciclagem, uma menor quantidade de resíduos será destinada aos aterros e lixões. Sendo assim, estes terão o seu tempo de vida útil aumentado, o que é muito importante. Afinal, mesmo que ocorra a reciclagem, a população ainda produz enormes quantidades de lixo que não pode ser reaproveitado e precisa de descarte correto.

Outra vantagem é que, com aterros sanitários disponíveis, os resíduos serão descartados corretamente, e assim não haverá contaminação do solo e das águas.

Além disso, as matérias-primas virgens, usadas na fabricação de produtos, serão poupadas. É o caso, por exemplo, da bauxita, mineral usado para a produção do alumínio. As latinhas feitas desse material, como as de cerveja e refrigerante, são alguns dos itens mais reciclados.

Assim, com o reaproveitamento do alumínio, será necessária uma menor extração de bauxita, poupando o material para as próximas gerações. É interessante ressaltar que isso também pode ser feito com outras matérias-primas, como o ferro.

Por fim, a reciclagem economiza energia elétrica e outros recursos, como a água, visto que é mais barato reciclar do que produzir um novo produto do zero.

Geração de empregos

A reciclagem é uma atividade que, além de entregar muitos benefícios ao meio ambiente, também aquece a economia. Isso porque, para que um produto seja reciclado, é preciso realizar três etapas principais: recuperação, revalorização e transformação. Assim, cada uma dessas fases demanda pessoas, o que gera inúmeros empregos.

Entenda como esses processos funcionam a seguir.

Recuperação

Embalagens e outros resíduos são descartados em grande escala todos os dias, e precisam de um destino correto. Assim, eles poderão ser tratados como matéria-prima e utilizados na fabricação de novos produtos.

Para tanto, é essencial separar os produtos recicláveis dos rejeitos orgânicos e sanitários. Dessa forma, o que pode ser reciclado não será contaminado, o que facilita todo o processo e ainda gera mais economia.

Nessa primeira etapa, existem pessoas que realizam a coleta e a separação dos materiais que podem ser reciclados, e os destinam para os locais em que ocorre o processo. Trata-se dos catadores de materiais recicláveis, indivíduos que podem atuar em cooperativas ou de maneira autônoma.

No entanto, o trabalho é bastante árduo, visto que é preciso percorrer as ruas em busca de produtos recicláveis nas lixeiras. Outros atuam na triagem dentro das empresas que realizam a ciclagem, classificando, processando e comercializando os resíduos.

Apesar de não receberem reconhecimento social efetivo, os trabalhadores que atuam separando os materiais recicláveis prestam um importante serviço para a sociedade. Para ajudá-los, a população pode — e deve — realizar corretamente a coleta seletiva. Afinal, cada tipo de produto tem um processo específico de reciclagem. Se vários materiais sólidos são misturados, seu reaproveitamento se torna mais caro ou até mesmo inviável, visto que há dificuldade de separá-los.

Destinando o lixo corretamente para a coleta seletiva, todo o trabalho posterior é facilitado. Após essa triagem, os produtos recicláveis serão prensados e enfardados a fim de ocupar um espaço menor durante o transporte.

Revalorização

Após os fardos serem transportados, acontecerá um processo para cada tipo de material. Essa é a etapa de revalorização, em que garrafas de plástico são moídas, por exemplo, voltam a ter o formato de grânulos, como a matéria-prima original que forma o plástico. Já os papéis serão triturados e misturados com água para formar uma espécie de pasta, que depois se transformará em novos papéis. Os metais e vidros são derretidos e podem ser fundidos novamente, produzindo outros produtos.

Ou seja, a revalorização é feita de muitas formas, a depender do produto e da finalidade que se deseja. De qualquer modo, todos esses processos são industriais. Assim, para torná-los viáveis, é necessário empregar mão de obra para manusear as máquinas e os equipamentos.

Transformação

Com as matérias-primas prontas será possível fabricar novos produtos, fechando o ciclo da reciclagem. Nessa etapa também será necessário o trabalho de mais profissionais.

Consciência ambiental

A reciclagem ensina que é preciso ter consciência ambiental. Afinal, se todas as pessoas mantiverem os níveis altos de consumo e descartarem seu lixo de forma incorreta, teremos altos índices de poluição e de doenças, além de que, futuramente, não haverá mais espaço para criar aterros sanitários devido ao tempo de decomposição desses produtos.

Para ajudar, é fundamental que a população procure consumir de forma consciente, focando no que é essencial e evitando produtos que não podem ser encaminhados para reciclagem, por exemplo.

Também é importante valorizar as marcas e empresas que atuam no design for environment, ou seja, que pensam seus produtos com o propósito de reduzir seus impactos no meio ambiente e na saúde das pessoas. São opções que as pessoas podem fazer para minimizar o impacto de seu consumo.

Além disso, todos podem fazer a separação dos resíduos em casa, de forma que eles sejam destinados da maneira correta por meio da coleta seletiva. Infelizmente, nem todas as cidades contam com esse serviço. Caso não tenha na região em que você mora, procure saber se existe algum ponto de entrega voluntária para encaminhamento. Normalmente, esses locais são supermercados, uma praça pública ou até mesmo uma cooperativa de catadores.

Qual é o panorama da reciclagem no Brasil?

Apesar de muitos locais contarem com serviços de coleta seletiva, existem cidades em que não há esse serviço. No entanto, catadores de itens recicláveis tentam suprir essa demanda, tornando-se peças fundamentais para aumentar a porcentagem dos resíduos que são reciclados no Brasil.

Infelizmente, apenas essas iniciativas não são suficientes para dar um destino correto aos resíduos recicláveis. Na verdade, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) prevê a não geração de resíduos. No entanto, quando forem gerados, é previsto que haja a disposição final adequada. Para isso, a PNRS estabelece que a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos deve ser compartilhada.

De acordo com dados da PNRS, cerca de 30% de todo o lixo colhido no Brasil têm potencial de reciclagem, mas apenas 3% é reaproveitado e transformado novamente em produtos.

Essa pesquisa revela que há um grande desperdício em vários setores. O primeiro deles é o ambiental, visto que mais lixo é destinado aos aterros sanitários, diminuindo a sua vida útil. Além disso, há o ponto de vista econômico e social, uma vez que a reciclagem de materiais pode ser uma fonte de renda para as famílias brasileiras, e gera valor e economia para as empresas.

É preciso ter em mente que muitos materiais podem ser reciclados. Eventualmente, alguns são mais difíceis do ponto de vista econômico. Para esses casos, há alternativas, como o coprocessamento, que já existe no Brasil, no qual é possível aproveitar para a fabricação de cimento materiais que, hoje, ainda costumam ser descartados como rejeito.

Como reciclar os diversos materiais?

A importância da reciclagem já ficou bem clara até aqui, certo? Agora, veja como os diversos materiais podem ser reciclados e reaproveitados.

Papel

Pique bem os papéis que foram descartados, tomando o cuidado de não os amassar. Depois, destine os pedaços em um recipiente seco para que possam ser recolhidos e transformados novamente em papel.

O interessante é que o papel pode ser produzido em casa por um processo relativamente simples — essa é, inclusive, uma ótima forma de conscientizar as crianças sobre a importância da reciclagem, ao fazer o processo com a ajuda delas.

Plástico

Devido à sua maleabilidade, durabilidade e às diferentes formas, o plástico pode ser usado para várias finalidades, como utensílios para casa, brinquedos e outros produtos interessantes. As garrafas PET, por exemplo, podem ser usadas como suporte para vasos de flores e, inclusive, para construir móveis.

Na indústria, esse é um dos materiais mais reaproveitados. Antes de descartá-los separadamente, lembre-se de lavar as embalagens e deixá-las secas.

Metal

Os metais são 100% recicláveis. No entanto, como precisam ser fundidos, o processo é feito basicamente por indústrias. Para contribuir ainda mais com o processo de coleta seletiva, coloque os metais em um recipiente separado dos demais resíduos.

Vidro

O vidro é derretido para criar novos produtos. Assim, como no caso do metal, a sua reciclagem é basicamente industrial. Para facilitar o processo, é preciso separá-lo dos demais itens reciclados, tomando o cuidado de embalá-lo corretamente para evitar perfurações nas pessoas que podem transportar esses resíduos, como lixeiros, catadores e garis.

Em casa, você também pode aproveitar frascos desse material para colocar flores ou luzinhas e transformá-los em objetos de decoração, por exemplo.

Lixo eletrônico

A reciclagem de lixo eletrônico ainda é feita em pequena escala, mas é preciso tomar cuidado com ela. Afinal, itens como pilhas, baterias e computadores em desuso não devem ser descartados sem critério. Isso porque, durante a sua decomposição, há formação de substâncias tóxicas que podem causar riscos à saúde e ao meio ambiente.

Para fazer a sua parte, os itens que não têm mais utilidade podem ser entregues em postos de coleta ou nas lojas que comercializam produtos eletrônicos. Nesse caso, os materiais serão devolvidos aos fabricantes, que darão a destinação correta a esse tipo de resíduo.

Pneus

A indústria automobilística é uma das principais geradoras de resíduos sólidos, e os pneus são as partes mais descartadas, devido à troca regular. Esse material pode ser transformado em matéria secundária e retornar ao processo produtivo, gerando benefícios para a economia e também para o meio ambiente. Nesse caso, somente profissionais qualificados podem tornar esse processo possível.

Lâmpadas

As lâmpadas fluorescentes são muito econômicas, mas têm gás de mercúrio em sua composição. Dessa forma, a destinação adequada é a ação mais segura para tratar os elementos químicos perigosos que estão presentes nesse produto.

Sendo assim, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, as empresas que fabricam lâmpadas são obrigadas pela lei a implantar o sistema de logística reversa, ou seja, devem receber as lâmpadas que não têm mais uso para a população. Além disso, o fim desse resíduo precisa ser feito de forma ambientalmente correta.

Como fazer a coleta seletiva em casa?

Se não houver coleta seletiva na região em que você mora, a sugestão é fazer contato com a Cooperativa de Catadores mais próxima. Assim, é possível checar se eles se propõem a recolher o lixo reciclável com determinada frequência ou se é viável deixar o material na cooperativa periodicamente.

Basicamente, os produtos podem ser separados em quatro grandes grupos: vidros, plásticos, metais e papéis.

  • Vidros: garrafas de bebidas, frascos de molhos, vidros de remédios, de perfumes e de produtos de limpeza, bem como cacos de copos ou outras louças quebradas.
  • Plásticos: garrafas de plástico, escovas de dente, embalagens plásticas (como de produtos de limpeza e de higiene), tampas e sacos de alimentos.
  • Metais: latas, tampas de conservas, arames, fios, pregos, tampas de marmitex, alumínio, cobre e outros.
  • Papéis: jornais, revistas, impressos em geral, papelão e outros.

Lembre-se de que todos os produtos devem ser limpos e secos. Também é importante não amassar os papéis — para facilitar o armazenamento, é aconselhável picá-los em pedaços menores. No caso dos vidros, envolva-os em jornal ou outro material isolante para proteger os catadores e lixeiros.

E então, entendeu como o processo de reciclagem é bastante complexo, mas muito necessário? Lembre-se de que ao fazer a sua parte realizando a coleta seletiva você contribui com o meio ambiente, resguarda a saúde da população e gera empregos para milhares de pessoas.

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Este conteúdo foi produzido com base na entrevista realizada com Andre Vilhena, Diretor Executivo do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem).